Você já acordou um dia pela manhã e se perguntou: “Meu
Deus, o que é que estou fazendo aqui”? Acredito, sinceramente, que não sou a
única pessoa, nesse mundão terreno, a ter esse tipo de dúvida existencial...
Não que eu não saiba, ainda, qual a minha missão de
vida. Não só sei, como venho trabalhando nela faz já alguns anos. O que, às
vezes, “me pega” é a energia reinante da necessidade de “ter” em vez de “ser”.
Sei, sei que vocês vão dizer que quem duvida é
porque não se encontrou verdadeiramente... mas me permitam discordar disso! O
que “pega” é sentir que, aos olhos do mundo, quem caminha na direção contrária
é você – e eu sinto isso quase todos os dias!
O grande problema é enxergar o mundo com olhos
diferentes dos da maioria das pessoas: vejo começo, meio e fim de situações nas
quais as pessoas ainda nem começaram a interagir. Então, passo por “pedante”, “arrogante”,
“coersiva”, quando desejo somente alertar os mais próximos, a fim de que se
esquivem, na medida do possível, de atos e atitudes em suas vidas que não lhes
fazem bem.
Contudo, mais difícil do que isso é “ver” claramente
o que acontece com o outro, enquanto comigo mesma parece que tenho “uma trave”
dentro dos olhos que me impede até de “entrever” meu futuro!
Então, alguém pode me questionar: “Quem é que
esclarece suas dúvidas”? E eu digo: “Está aí uma pergunta difícil de responder”!...
Em geral, as respostas aos meus questionamentos me
chegam de alguma forma “controlada pelo Universo”... Explico: de repente, do
nada, chega uma pessoa me falando sobre aquilo em que eu estava pensando, como
se estivesse lendo meus pensamentos e me esclarecendo a questão. Ou abro um
livro e, num certo trecho, está a resposta que eu procurava. Pode ser ainda que
a elucidação da dúvida chegue por meio de um filme, uma música, uma postagem na
internet.
Por isso, aprendi que, a partir do momento em que
você lança seu problema e pede uma solução, o Universo não deixa de lhe
responder. É preciso apenas ter olhos para ver, ouvidos para ouvir e um mínimo
de inteligência para perceber o “esclarecimento”...
Para mim, isso faz parte da “magia nossa de todos os
dias”, pequenos atos mágicos que presenciamos, mas dos quais muitas vezes nem
nos damos conta. Daí, então, a minha ideia de compartilhar com vocês algumas “preciosidades”
que fui amealhando ao longo de minha vida – afinal, lá se vão 60 anos vividos, 34
deles completamente voltados à descoberta consciente do que existe “além do
alcance dos nossos cinco sentidos físicos”.
A quem estiver disposto a me acompanhar nesses
registros (quase) diários, prometo fazer o possível para não o decepcionar!
Então, é só acessar meu blog www.almamed.blogspot.com
, a fim de podermos fazer juntos esta caminhada!
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