É interessante como as pessoas às vezes têm dúvidas
sobre assuntos que, abordados em quase todos os meios de comunicação e mesmo em
bate-papos informais com os amigos, não são totalmente esclarecidos em virtude
de serem considerados tabus – ainda que não se diga isso abertamente.
Quando nomeei meu trabalho como “terapia energética
e antimagia”, alguns comentários surgiram sobre a palavra “antimagia”. Isto
porque se teme falar sobre atos mágicos que, apesar de mais comuns do que “arroz
com feijão, bife e batatas fritas”, fazem parte do cotidiano de milhões de pessoas
em todo o mundo.
Quando alguém acende uma vela para homenagear seus
mortos, seja no cemitério ou numa igreja, está realizando um ato mágico. Quando
uma mãe faz uma intercessão ao Divino por um filho, por intermédio de uma
oração, também está se utilizando de magia.
Muitos ainda se restringem ao pensar em magia
somente como um ato praticado em rituais, e tendem a acreditar na existência de
duas versões: magia branca e magia negra. Como vários autores que já explanaram
sobre esse assunto, penso que estas são apenas definições humanas, pois o que
faz a diferença são as intenções de quem acessa esse meio de provocar mudanças (segundo
a vontade do praticante).
Magia envolve imagem e imaginação. É trabalhar com energia:
a humana, a da natureza e a do Universo. Se considerarmos que tudo e todos
estamos interligados, então não é difícil acreditar que podemos interferir no
equilíbrio energético de outro ser somente com a força de nosso pensamento –
desde que o outro esteja receptivo a essa interferência, naturalmente.
No que se refere à magia cerimonial, atividades magísticas que se confundem com a própria prática religiosa são
observadas em praticamente todas as religiões conhecidas, como a celebração da comunhão
pelos católicos, a incorporação de entidades pelos médiuns espíritas, a prece diária do muçulmano voltado para Meca ou,
ainda, o ponto do caboclo riscado no
chão pelo umbandista.
Contudo, utilizando-se de uma infinidade de símbolos,
ritos e métodos específicos, um adepto da magia pode prejudicar uma pessoa se
assim o desejar ou se lhe pagarem para que isso seja feito. É quando
desequilíbrios energéticos “meio que originados do nada” começam a promover
verdadeiro caos na vida de uma pessoa, desarmonizando aspectos relacionados à
saúde, amor, finanças, trabalho etc.
Para que os efeitos nocivos de uma magia cessem, é
preciso identificar o ato mágico realizado e os elementos que foram usados – a fim
de que “a magia seja desfeita” -, bem como promover uma limpeza energética em
quem foi alvo do malefício. Dessa forma, elimina-se a causa da interferência e
se reconstitui o campo energético de quem foi “agredido” magisticamente.
Para mais informações envie e-mail para
nefurquim@hotmail.com
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