Enegia vital

Enegia vital
Enquanto a energia da Terra se sutiliza, nos também devemos voltar à Luz...

quarta-feira, 16 de setembro de 2015

Afinal, o que posso fazer para lhe ajudar?


Como terapeuta holística, estou constantemente fazendo cursos para aprimorar meus conhecimentos e poder oferecer cada vez mais recursos, a fim de criar condições de as pessoas poderem resolver os problemas com que se deparam na vida – e para a solução dos quais procuram meu auxílio.
Sempre parti do princípio de que devo ensinar como se pesca, em vez de oferecer o peixe pronto para ser consumido. Mas, ultimamente, parando para fazer uma avaliação dos atendimentos que venho realizando há algum tempo, cheguei à conclusão de que não estou desenvolvendo meu trabalho a contento.
Por que avalio dessa forma meu trabalho? Muito simples: para mudar radicalmente uma situação que nos incomoda, precisamos primeiro alterar nosso modo de ver o mundo – e acho que não tenho obtido muito sucesso nesse quesito. É difícil fazer as pessoas abandonarem sua “zona de conforto” e se aventurarem a descobrir suas competências “escondidas” em seu inconsciente...
Acham que estou complicando seu entendimento? Então, acompanhem meu raciocínio... Acredito que foi Erich Fromm, em seu livro A arte de amar, que disse que as crianças nascem príncipes/princesas, mas os pais as transformam em sapos... Sim, como naquele conto de fadas em que o príncipe, transformado em sapo pela bruxa má, só pode voltar à forma original se receber um beijo de amor de uma princesa. Por conta da educação distorcida (muitas vezes, superprotetora), do tratamento recebido (“podando” qualidades naturais ou submetendo a atitudes abusivas), de informações imprecisas sobre o próprio papel a ser desempenhado no mundo – dentre outros fatores –, os jovens crescem trazendo consigo uma “criança interior” desajustada em relação ao seu convívio social.
Adultos, esses jovens carregam o estigma da própria imagem estilhaçada, a dificuldade de se reconhecerem pessoas “unas e qualificadas” para enfrentarem o mundo que as rodeia. Então, a tendência “antinatural”, mas aceita como “normal”, é cada um habituar-se a lidar com limitações impostas por visões confusas que trazem de si e do mundo que percebem a sua volta.
Talvez seja mais fácil se eu exemplificar: sabe aquele garotinho que tem um dom natural para a música, mas vive ouvindo dos pais que não terá como sustentar sua família se passar o tempo todo tocando um instrumento, porque isso não lhe dará dinheiro para o próprio sustento? Ou a menina que gosta de consertos mecânicos, porém é induzida a seguir uma profissão “mais feminina”? Ou, ainda, aquela que tem facilidade nata para lidar com os alimentos – uma coisa considerada de somenos importância pelos pais, que desfrutam de certa posição social?
Há também aqueles progenitores que se habituaram a tratar os filhos como o fizeram seus próprios pais, com violência e sem nenhuma demonstração de carinho. O que esperar que passem à sua descendência, a não ser aquilo que, para eles, se apresenta como algo “natural”? O que fazer para modificar esses “chavões” morais, éticos e emocionais que nos mostram uma realidade tão distorcida e distante de qualquer benesse que acalentaria nossa criança interior em direção a um mundo de amor e compreensão, que forma seres humanos carinhosos, felizes e capazes de construir um futuro de sucesso, baseado mais em sua realização pessoal do que financeira?
Num mundo tão materialista e consumista como o nosso, realmente não há como prescindir de dinheiro para poder viver. Contudo, transformar o “ganhar mais” em único objetivo na vida só pode alimentar um “monstro de sete cabeças” que jamais se dará por satisfeito e saciado. E, assim, temos um dos grandes vilões das ideias errôneas que alimentamos sobre nós mesmos e que chamamos de “fracasso”.
Em nossa sociedade atual, não morar “bem”, não ter o carro do ano, não frequentar os points da moda nos finais de semana, não realizar uma viagem anual para o Exterior, ou mesmo sair com a família em viagem de férias, são sinônimos de “fracasso”. Mas, pergunto: fracasso de quem? Fracasso do quê?
Alguém me disse, certa vez, que entendia que homem rico não é aquele que possui muito dinheiro, mas o que utiliza da melhor forma o dinheiro de que dispõe e se sente feliz com isso. É o mesmo que enxergar o copo de vinho meio cheio – quando a grande maioria prefere vê-lo meio vazio! É a questão do “ver com otimismo”...
Então, o que tento mostrar às pessoas é que podem ser felizes em qualquer situação que estejam vivendo no momento; o que precisam fazer é perceber o que podem aprender com as diversidades e, ao mesmo tempo, utilizar suas habilidades a fim de encontrar soluções plausíveis para os problemas que têm diante de si.
Infelizmente, a grande maioria das pessoas escolhe “não arriscar” apostando em suas próprias potencialidades, e ficam frustradas e apreensivas esperando que algum milagre as salve da tormenta que enfrentam em suas vidas. Vítimas de um destino incerto, clamam por ajuda como se outros pudessem indicar-lhes a saída em situações que elas mesmas criaram – sendo imprevidentes, não atuando de modo pró-ativo, aguardando uma solução “mágica” que não acontecerá. Sinto muito quando antevejo problemas que poderiam ter sido evitados, mas que é necessário, primeiro, ocorrerem para só então os envolvidos começarem a se movimentar a fim de encontrarem uma saída do lamaçal em que não precisariam ter entrado...
E, desse modo, voltamos à questão inicial: como fazer alguém acreditar que todos somos príncipes e princesas, com todas as potencialidades inerentes à pessoa que ocupa a posição e ao cargo que desempenha, quando muitos de nós fomos convencidos de que somos sapos – sem dons, sem dotes, sem qualificação?

Ainda estou procurando uma abordagem que possa despertar, de forma mais direta e efetiva, o lado príncipe/princesa dos meus assistidos...

quarta-feira, 25 de março de 2015

Harmonizando energias com a mesa radiônica quântica



Na definição da minha mestra Régia Prado – com quem aprendi a operar as mesas psiônicas por ela desenvolvidas –, “a mesa serve como ferramenta para a co-criação, onde se pode interferir energeticamente em qualquer situação, de si ou para outro. Aplicada para terapias ou para uso próprio, é uma ferramenta para a nova consciência”.

“Então, o que essa tal de mesa radiônica quântica faz mesmo?”, é o que mais me perguntam, quando proponho às pessoas que a utilizemos durante um atendimento. E a resposta, invariavelmente, destaca os benefícios que tanto a radiestesia quanto a radiônica (sintetizadas na mesa) nos proporcionam.

Faço questão de frisar a todos os meus assistidos que cada um de nós é responsável pelos possíveis “milagres” que acontecem em nossas vidas, assim como também somos os responsáveis pelos erros e desacertos com que somos brindados pelo destino. Isso porque somos nós que atraímos, ou repelimos, pessoas e acontecimentos no nosso dia a dia.

Mesmo os mais céticos hão de convir que já está definitivamente provado pela Ciência que “tudo o que existe é energia”, incluindo o organismo do ser humano – seja em sua manifestação física, ou nos aspectos ditos sutis, que englobam emoções, sentimentos, racionalidade, espírito... Em síntese, “somos pura energia”!

Assim, não é difícil perceber que qualquer desequilíbrio energético em nossa estrutura pode prejudicar “o todo”. E é aí que podemos nos valer da mesa radiônica quântica para equilibrar esse “todo”...

“Ela não é um instrumento sagrado: é um GPS da mente humana, representada em simbologia do inconsciente coletivo, onde aprendemos a sintonizar e enviar as frequências para o nosso foco e atingir nossos objetivos”, esclarece Régia Prado.

A mudança da realidade, alterando as situações com nossa observação e intervenção, é possível porque a linguagem de frequências e ondas é natural em todo ser humano. E o segredo está em direcionarmos e orientarmos as frequências que emitimos.

Em resumo, é isso que a mesa radiônica quântica faz!...


quarta-feira, 12 de novembro de 2014

Tudo é energia... daí o uso da mesa radiônica quântica!



A melhor explicação para a manipulação da energia com o poder do pensamento encontrei na “Meditação com os mestres ascensos”, quando Hilarion cita: “O Mestre Saint Germain muitas vezes disse: ‘Onde colocardes vossa atenção, lá estareis; para aquilo que dirigis vossa atenção, aquilo sereis’!”

Desde criança, sempre acreditei que “tudo é energia” – quando ainda nem bem sabia o que isso poderia significar!...
Devo admitir que minha curiosidade sobre assuntos que beiravam o “desconhecido” se manifestou desde muito cedo. Adorava os dramas de suspense e ficção que eu e minha mãe ficávamos assistindo até altas horas, na antiga TV Tupi... E ainda os filmes de Alfred Hitchcok, como “Os pássaros”...
Também é certo que, quando acordava de madrugada, no quarto que dividia com minha irmã, deixava minha cama para procurar abrigo na cama dos meus pais – minha mãe já reservava o “cantinho” ao seu lado para mim. Assuntos relacionados a questões que “amedrontavam” a grande maioria das pessoas ainda mexiam com os meus “medos inconscientes”.
Então quando, aos 16 anos, comecei a ler “O livro dos espíritos”, seguido por “O livro dos médiuns” e “O Evangelho segundo o Espiritismo”, alguma coisa começou a “clarear” aquela minha certeza, apesar de não explicá-la totalmente.
Dez anos depois, já iniciando meu desenvolvimento mediúnico, pude admitir que a convicção de que “tudo é energia” fazia parte do conhecimento que eu amealhara em vidas anteriores – mesmo que o entendimento que isso trazia ainda não me tivesse alcançado.
Ao longo da vida, fui lendo tudo o que me caia nas mãos e estivesse relacionado diretamente, ou não, ao mundo “não manifesto fisicamente” que nos rodeia. E fui alicerçando minha certeza de que tudo o que existe são formas diferenciadas de energia: mais dispersa ou mais condensada; mais sutil ou mais densa; mais visível ou invisível aos olhos humanos...
Quando fiz um curso de Parapsicologia, quase 35 anos atrás, fiquei fascinada com as inúmeras possibilidades de trabalhar mentalmente, acionando as energias à minha volta. Aprendi que era possível “curar energeticamente as pessoas”, transportando-as para serem assistidas em um laboratório criado de acordo com a projeção mental de cada operador.
Mesmo não dominando, à época, todos os elementos que incidiam sobre essa cura energética, posso lhes garantir que ela funcionava!... E só quando conheci a Radiestesia (ciência que estuda as vibrações energéticas do Universo, dos ambientes e dos seres vivos, bem como suas inter-relações), e depois a Radiônica (que se ocupa da emissão das energias sutis nos processos de ajustes, correções, harmonizações e curas em geral de locais e pessoas), é que compreendi os mecanismos de atuação do meu laboratório mental, uma vez que os corpos sutis curados é que transmitiam seu efeito ao organismo físico (confeccionado com energia mais densa e condensada).
E foi então que me convenci de que eu estava certa desde o princípio: tudo o que existe é energia, que pode ser manipulada com a mente!... Por isso, acredito que vem daí a crença no poder do pensamento positivo, como apregoava Joseph Murphy em seu livro “O poder do subconsciente”, que li na década de 1970. E, mais recentemente (na década de 1990), no sucesso mundial “O segredo”, livro de Rhonda Byrne, que se tornou o filme homônimo, produzido pela autora.
Dentre as muitas ferramentas que encontrei, nessa minha busca de entendimento do que seja “energia” e das formas de operar com ela, a mais recente foi a mesa radiônica quântica, sobre a qual já ouvira comentários, mas que não sabia como funcionava. Devo admitir que estou fascinada por ela...
Uma das características do meu trabalho com a cura energética é que desenvolvi a capacidade de “sentir” a energia fluindo não somente pelo meu corpo, mas também pelo da pessoa que estou atendendo. Foi uma das técnicas que utilizo – a Apometria – que me auxiliou nessa percepção de bloqueios e fluência da energia pelos corpos sutis das pessoas.
E com a mesa radiônica quântica é possível desbloquear, quase que instantaneamente, os pontos de energia que se encontram “congestionados” nos meridianos de acupuntura tratados pela MTC (Medicina Tradicional Chinesa). Mas não apenas isso...
Sempre alerto às pessoas, nos meus atendimentos, que não faço milagres – apenas promovo a “limpeza” e harmonização da energia delas mesmas, a fim de que possam agir com bom senso e discernimento na busca de solução para seus problemas. Pois descobri também que somos nós mesmos que criamos obstáculos à manifestação entre o que pensamos e aquilo que queremos ver concretizado.
Medos, fobias, crenças negativas, sentimentos de fracasso e impotência, auto-estima baixa – a lista do que pode impedir a realização do que almejamos é infindável... O que não significa que não possamos ultrapassar esses obstáculos e alcançar nossos objetivos!
Então, usando essa mesa quântica – que se baseia na Física Quântica, Radiestesia e Radiônica para atuar –, podemos interagir com frequências e dimensões energéticas outras que vão além da nossa percepção física. O que abre um enorme leque de possibilidades para sua utilização.
Contudo, é preciso que se tenha consciência de que nenhuma intervenção acontece, em qualquer nível de frequência ou dimensão energética, sem que seja “divinamente permitido”.

Daí o fato de que todas as nossas solicitações, feitas através da intervenção direta pela mesa radiônica quântica, deve ser “sancionada” por Deus, a Fonte Infinita de Luz, o Ser Supremo, o Grande Arquiteto do Universo, ou qualquer outro nome com que identifiquemos o nosso Criador! Sem o aval Dele, nada pode ser feito ou concretizado pelo ser humano...

terça-feira, 20 de maio de 2014

Ho'oponopono (Práticas diárias)



 Ho'oponopono é uma antiga técnica de cura havaiana. A palavra ho'oponopono significa reparar ou corrigir um erro; "ho'o" significa causa e "ponopono" quer dizer perfeição. No passado, o Ho'oponopono Tradicional consistia no exercício em que pessoas que tinham mágoas e diferenças umas com as outras sentavam juntas e, olhando-se nos olhos, repetiam as seguintes frases: "Sinto muito. Me perdoe. Te amo. Sou grato!", enquanto um mediador as ajudava na solução dos problemas. Os antigos havaianos perceberam que todos os problemas começam como pensamentos, e nossos pensamentos estão impregnados de memórias dolorosas do passado. O processo todo consiste em curar e eliminar essas memórias que atrapalham a nossa evolução. Quando fazemos o ho'oponopono, o que acontece é que neutralizamos e purificamos os pensamentos dolorosos. Não purificamos a pessoa, o lugar ou a coisa, e sim neutralizamos a energia que associamos a essa pessoa, lugar ou coisa. 
O exercício era grupal até que, um dia, a terapeuta e pesquisadora kahuna Morrnah Nalamaku Simeona percebeu que o processo de cura era interno e individual, e criou o Ho'oponopono da Identidade Própria. O processo agora consiste em assumirmos 100% de responsabilidade por tudo o que acontece conosco. Então, se temos problemas com alguém, temos que fazer o exercício para aqueles pensamentos em nosso inconsciente que fizeram com que atraíssemos aquela determinada pessoa ou situação para nossas vidas! A mudança deve acontecer dentro de nós mesmos e não no ambiente ou em qualquer pessoa. Então, para fazer o ho'oponopono, não precisamos mais saber qual é o problema ou o erro. Tudo o que temos que fazer é notar qualquer problema que estejamos vivenciando física, mental, emocionalmente ou de qualquer outra natureza. Depois de discernirmos o problema, a nossa responsabilidade é começar imediatamente a limpá-lo e purificá-lo simplesmente dizendo: "Sinto muito. Me perdoe. Te amo. Sou grato!".   
A técnica pode parecer sem sentido, mas, em novembro de 1982, a kahuna Morrnah ensinou o seu método de cura ao psicólogo Ihaleakala Hew Len, que, após certa resistência, percebeu que o método interior autodirecionado de Morrnah fazia milagres e que ao utilizá-lo ele podia curar, não somente a si mesmo, mas também outras pessoas. Ele foi trabalhar na unidade forense do hospital psiquiátrico estadual do Havaí, onde ficavam criminosos de alta periculosidade. Essas pessoas haviam cometido crimes hediondos e sofriam de toda sorte de distúrbios psiquiátricos. O Dr. Hew Len não fazia avaliações ou diagnósticos nesses pacientes, não oferecia nenhuma terapia e tampouco aplicava testes psicológicos. Simplesmente usando o método do Ho'oponopono da Identidade Própria por alguns anos ele foi capaz de curar praticamente todos os internos, até que aquela unidade foi definitivamente fechada. Ele pegava o prontuário dos pacientes e tentava entender que pensamentos e sentimentos contaminados tinham essas pessoas para que fossem capazes de cometer tais atrocidades, e fazia o ho’oponopono com cada um deles, durante o período que sentisse necessário. Quem tiver interesse em conhecer a história em detalhes pode ler o livro "Limite Zero", de Joe Vitale e Ihaleakala Hew Len, PhD. Existem também algumas informações disponíveis na internet.
EXERCÍCIO 1: No momento em que você notar, dentro de si, algum incômodo em relação a uma pessoa, lugar ou situação, inicie imediatamente o processo de limpeza, repetindo constantemente para si mesmo, em voz alta ou em tom de murmúrio (porque a palavra tem poder), as seguintes frases: “Sinto muito. Me perdoe. Te amo. Sou grato!". 
* Quando você diz "Sinto muito", reconhece que algo penetrou no seu sistema mental; então, invoca o perdão interior pelo que lhe trouxe aquilo.
* Ao dizer "Me Perdoe", você está limpando o caminho para que a cura se manifeste, além de atrair para si a energia do Amor.
* Ao dizer "Te amo", você transmuta a energia bloqueada, que se manifesta naquele problema, em bons fluidos.
* Quando diz "Sou grato", manifesta gratidão e a fé de que tudo será resolvido para o bem maior de todos os envolvidos.
                      
Lembre-se sempre de que toda cura é autocura. E, na medida em que você melhora, o mundo também melhora. Assuma esta responsabilidade. Ninguém mais precisa fazer este processo, só você. A Divindade fará tudo à Sua maneira e no Seu tempo. A nós cabe o processo de limpeza e a intenção de melhorar.

EXERCÍCIO 2: O Japamala, terço tibetano, tem 108 contas. Podemos fazer o Ho’oponopono 108 vezes para nós mesmos, outra pessoa, ou alguma situação desconfortável. A cada conta do Japamala repita: “Sinto muito. Me perdoe. Te amo. Sou grato!". Se não tiver um Japamala, use um terço católico, que tem 54 contas – nesse caso, dê duas voltas. Fazer uma purificação constante é muito importante. Precisamos curar a nós mesmos porque somos a fonte de todas as experiências pelas quais passamos. Quando fazemos a limpeza, nossa intuição aflora e os nossos caminhos se abrem mais facilmente, porque neutralizamos os pensamentos dolorosos que estão em nosso inconsciente. Trazemos a energia do Amor para nossas vidas, e assim criamos uma nova realidade para nós mesmos.  

EXERCÍCIO 3: Beber Água Solar Azul. Ela transmuta as memórias e ajuda o corpo a relaxar, deixando o Amor entrar. Pegue uma garrafa ou copo de vidro AZUL, encha com água e deixe no sol durante, pelo menos, uma hora. Beba a água; enxágue o corpo após o banho, ou cozinhe com ela, use-a como sua criatividade permitir, lembrando que está limpando e purificando suas memórias.
  
EXERCÍCIO 4: Comer Morangos e Mirtilos. Os havaianos acreditam que essas frutas anulam as memórias negativas. Elas podem ser ingeridas frescas, secas, como geleia, gelatina ou até mesmo calda de sorvete. A intenção sempre acelera o processo de cura.
   
ORAÇÃO DE CURA: "Divino Criador, Pai, Mãe e Filho como um só! Se eu, minha família, meus parentes e meus ancestrais ofendemos a ti, tua família, teus parentes e teus ancestrais em pensamentos, palavras, realizações e ações, desde o início da criação até o momento presente, pedimos o teu perdão! Permita que isto limpe, purifique, libere e interrompa todas as memórias, bloqueios, energias e vibrações negativas, e transmute essas energias indesejáveis em pura Luz. Está feito!"

ORAÇÃO KAHUNA DO PERDÃO: "Buscando eliminar todos os bloqueios que atrapalham minha evolução, dedicarei alguns minutos para perdoar.
A partir deste momento, eu perdoo todas as pessoas que de alguma forma me ofenderam, injuriaram, prejudicaram ou causaram dificuldades desnecessárias.
Perdoo, sinceramente, quem me rejeitou, odiou, abandonou, traiu, ridicularizou, humilhou, amedrontou, iludiu.
Perdoo, especialmente, quem me provocou até que eu perdesse a paciência e reagisse violentamente, para depois me fazer sentir vergonha, remorso e culpa inadequada.
Reconheço que também fui responsável pelas agressões que recebi, pois por várias vezes, confiei em indivíduos negativos, permiti que me fizessem de tolo e descarregassem sobre mim seu mau caráter.
Por longos anos suportei maus tratos, humilhações, perdendo tempo e energia, na tentativa inútil de conseguir um bom relacionamento com essas criaturas.
Já estou livre da necessidade compulsiva de sofrer, e livre da obrigação de conviver com indivíduos e ambientes tóxicos.
Iniciei agora uma nova etapa da minha vida, em companhia de gente amiga, sadia e competente: quero compartilhar sentimentos nobres, enquanto trabalhamos pelo progresso de todos nós.
Jamais voltarei a me queixar, falando sobre mágoas e pessoas negativas. Se por acaso pensar nelas, lembrarei que já estão perdoadas e descartadas de minha vida íntima definitivamente.
Agradeço pelas dificuldades que essas pessoas me causaram, que me ajudaram a evoluir do nível humano comum ao espiritualizado em que estou agora.
Quando me lembrar das pessoas que me fizeram sofrer, procurarei valorizar suas boas qualidades e pedirei ao Criador que as perdoe também, evitando que sejam castigadas pela lei da causa e efeito, nesta vida ou em outras futuras.
Dou razão a todas as pessoas que rejeitaram o meu amor e minhas boas intenções, pois reconheço que é um direito que assiste a cada um me repelir, não me corresponder e me afastar de suas vidas.
Agora, sinceramente, peço perdão a todas as pessoas a quem, de alguma forma, consciente ou inconscientemente, eu ofendi, injuriei, prejudiquei ou desagradei.
Analisando e fazendo julgamento de tudo que realizei ao longo de toda a minha vida, vejo que o valor das minhas boas ações é suficiente para pagar todas as minhas dívidas e resgatar todas as minhas culpas, deixando um saldo positivo a meu favor.
Sinto-me em paz com minha consciência e de cabeça erguida respiro profundamente, prendo o ar e me concentro para enviar uma corrente de energia destinada ao Eu Superior. Ao relaxar, minhas sensações revelam que este contato foi estabelecido.
Agora dirijo uma mensagem de fé ao meu Eu Superior, pedindo orientação, em ritmo acelerado, de um projeto muito importante que estou mentalizando e para o qual já estou trabalhando com dedicação e amor.
Agradeço de todo o coração a todas as pessoas que me ajudaram e comprometo-me a retribuir trabalhando para o meu bem e do próximo, atuando como agente catalisador do entusiasmo, prosperidade e autorrealização.
Tudo farei em harmonia com as leis da natureza e com a permissão do nosso Criador, Eterno, Infinito, Indescritível que eu, intuitivamente, sinto como o único Poder real, atuante dentro e fora de mim. Amém!”

(Amigos, retirei este texto da internet há algum tempo... como o copiei para passá-lo a amigos, acabei por "perder" a fonte. Peço que me perdoem por isso!)

quinta-feira, 19 de setembro de 2013

Usando a energia das ervas


Na liturgia e nos rituais de cultos afros, vemos a utilização freqüente de ervas, seja na forma de amacis, imantações, banhos de descarrego etc. Isso porque as ervas detem grande quantidade de energia vital, no elemento vegetal. Por meio de suas combinações, essa energia pode produzir um efeito positivo, ou negativo – como tudo que é energia no Universo.
As ervas possuem amplo poder para atuarem em nossa aura, em nosso campo energético, fato este há muito conhecido pelos indígenas e demais povos ancestrais, que já as utilizavam para diversos fins.
Por intermédio do uso de sua energia, as ervas podem ser classificadas quanto aos seus efeitos, sejam positivos, negativos ou neutros. Diante desse conhecimento, os cultos afros se utilizam desse elemento para desenvolver seus rituais, seus descarregos, curas ou fortalecimentos, tudo comandado pelas entidades espirituais que determinam a utilização apropriada do elemento vegetal, conforme o caso.
Os banhos são a forma de uso mais comum, conhecida mesmo pelos não adeptos desses cultos. Usados para eliminar vibrações negativas, os banhos de descarrego vão limpando o perispírito de miasmas, magia negativa ou mesmo da influência de obsessores. Os banhos de fixação, por sua vez, auxiliam na obtenção de boas vibrações, vitalizando os chakras com energia positiva.
Geralmente, deve-se usar ervas frescas num banho, que deve ser preparado da seguinte forma:
1)  As folhas devem ser acrescidas à água fervente (e não levadas ao fogo junto com a água);
2)  As folhas devem ser maceradas e colocadas em vasilhas de louça, ágata ou potes de barro;
3)  Em alguns casos, quando não houver necessidade de água quente, as ervas devem ser maceradas diretamente sobre a água;
4)  É conveniente usar sempre água de boa qualidade – como, por exemplo, água de mina, de poço ou mineral.
Ocorre uma diferenciação, também, na forma como se deve tomar o banho. No de descarrego, deve-se molhar do pescoço para baixo, jamais a cabeça. Já no banho de fixação, o corpo inteiro deve ser banhado, incluindo-se a cabeça.
Não se deve enxugar o corpo totalmente após os banhos indicados, a fim de que haja maior captação, ou eliminação, da energia propiciada pelas ervas usadas no banho.
Como exemplo de planta usada em banhos, temos o abacateiro. Segundo a crendice popular, as folhas em infusão servem para banhos que acalmam pessoas agitadas, equilibrando as emoções. Em banhos ritualísticos e em defumação, servem para atrair o amor, a beleza, a doçura e a riqueza, ou para descarregar o ódio, a frieza, a pobreza e o despeito.
Assim também podemos usar a arruda, espada de são jorge, guiné e colônia, dentre outras tantas ervas, para descarregar energias nocivas, enquanto a alfazema, alecrim, manjericão e rosa branca nos propiciam uma ampla energização. 
Para  mais informações, envie seu e-mail para nefurquim@hotmail.com

terça-feira, 10 de setembro de 2013

Cores da Natureza também curam


Considerada um tratamento terapêutico natural baseado em cores, a cromoterapia pode ajudar a curar moléstias que nos acometem devido a disfunções orgânicas. Por intermédio de suas irradiações energéticas, as cores reequilibram o organismo, propiciando dessa forma a cura.
Como exemplo de uma utilização natural das cores, podemos lembrar que o ser humano e a Natureza necessitam da luz do sol para viverem. Essa luz se decompõe em sete raios principais, que são distribuídos por todos os nossos corpos, tanto o físico quanto os energéticos. Se houver desequilíbrio dessas cores, as doenças se refletem no corpo físico e adoecemos.
No tratamento cromoterápico, podemos utilizar várias fontes de harmonização: luz do espectro solar, luz de lâmpadas coloridas, alimentação natural, mentalização das cores e, ainda, o contato com a Natureza.
Espectro solar
Utilizando um copo, garrafa ou qualquer outro recipiente de vidro transparente, é preciso envolvê-lo com papel colorido (na cor recomendada conforme o tratamento necessário) e, depois, enchê-lo com água potável.
A exposição ao sol deverá ser de 4 horas (no mínimo), a fim de que a água possa ser “carregada” com a energia solar refletida pelo papel colorido.
Dois copos dessa água deverão ser ingeridos ao dia, sendo um pela manhã (em jejum) e o outro à noite, antes de dormir. O tratamento deve estender-se até a melhora do sintoma.
Essa mesma técnica também pode ser aplicada em óleos carreadores (de amêndoas ou de semente de uva, por exemplo), a serem utilizados para massagens locais (apenas uso externo).
Lâmpadas coloridas
Para a aplicação com essa técnica, utilizamos um bastão com bocal para lâmpada, escolhendo uma lâmpada de 25 watts com a cor estabelecida para o tratamento.
São então utilizados movimentos circulares, no sentido horário (para energização) ou anti-horário (para limpeza), a uma distância de 5 cm da pele. Essa exposição deve ser feita por 5 minutos, uma vez ao dia, até a eliminação dos sintomas. Por exemplo: luz azul, para problemas musculares e nas articulações; luz amarela, para o fígado; luz verde, para infecções.
Existem ainda bastões de cristal – também chamados bastões atlantes – que aliam a energia do quartzo branco com a energia das luzes coloridas, direcionando os fachos especificamente para os órgãos a serem tratados. O resultado pode ser equiparado ao da aplicação de um raio laiser.
 Alimentação natural
Como coadjuvante do tratamento, a alimentação natural é relevante na harmonização do nosso sistema. Para isso, devemos selecionar alimentos que têm sua cor relacionada com o tratamento cromoterápico: se estiver tratando com a cor amarela, procurar ingerir mais alimentos com essa tonalidade.
Mentalização das cores
A facilidade em visualizar mentalmente as cores do espectro solar também pode auxiliar no tratamento cromoterápico. É necessário que a pessoa faça essa mentalização por 30 segundos, envolvendo o órgão ou local a ser tratado, duas vezes ao dia.
Contato com a Natureza
Como o corpo físico está estritamente ligado ao nosso campo mental, é preciso que aliviemos a mente do estresse diário. O contato com a Natureza é uma fonte benéfica para reaver a tranquilidade e harmonizar os aspectos físico, emocional, mental e espiritual em nossas vidas.
Moléstias e cores

Estas são algumas disfunções orgânicas que a cromoterapia pode ajudar a reequilibrar: indigestão, hepatite, icterícia, fígado, vesícula biliar, pâncreas, rins, intestinos, espinhas e afecções da pele (amarelo); asma, bronquite e pulmões (laranja / ou verde se houver muco); problemas sanguíneos, feridas, infecções e cistos mamários (verde); resfriado, sinusite, infecção do ouvido, estresse, tensão nervosa, reumatismo agudo e articulações (anil); inflamação de garganta, tireóide, prisão de ventre e espasmos (azul); inflamações dos olhos, catarata, glaucoma, cansaço ocular, epistaxe (sangramento nasal) e nevralgias (índigo); incontinência urinária e psicoses (violeta).

Para mais informações envie seu e-mail para nefurquim@hotmail.com

quinta-feira, 5 de setembro de 2013

Espirais de incenso elevam orações aos Céus


Ao fazerem suas fogueiras, ainda na Antiguidade, os homens perceberam que a fumaça subia ao céu. E, como acreditavam que os deuses também morassem no céu, pensaram que este seria um bom modo de agradá-los. Assim, começaram a queimar ervas aromáticas, madeiras e o que mais tivesse um odor agradável, durante suas cerimônias, com a intenção de agradar aos deuses.
Dessa forma, provavelmente, apareceram os primeiros incensos. E a palavra "perfume", que deriva do latim per fumun ou pro fumun e significa "através da fumaça", indica também claramente que, a princípio, os odores eram exalados por resinas queimadas – como os incensos. Utilizados por todas as culturas conhecidas, os perfumes também possuem qualidades anti-sépticas e bactericidas, além de deixarem o ambiente com um aroma agradável, o que propícia uma relação mais alegre e harmoniosa entre as pessoas que o sentem.
O incenso foi sempre considerado como algo muito precioso. Era utilizado em todas as cerimônias e funções propiciatórias, sobretudo queimado diante de imagens divinas, nos ritos religiosos de muitos povos. E, ao se sublimarem as concepções religiosas, as espirais de incenso, em quase todos os cultos, converteram-se em símbolo da oração do homem que sobe até Deus.
Mas o uso da resina perfumada não era exclusivo do culto religioso. O incenso também era queimado nas casas. Era costume antigo espalhar resina e ervas aromáticas sobre carvões acesos para purificar o ar e afastar o perigo de infecções. Em princípio, a fumaça tinha um aspecto catártico (de purificação, de relaxamento) e também apotropaico (o de afastar ou destruir as influências maléficas provenientes de pessoas, coisas, animais, acontecimentos).
Desde tempos imemoriais, sabia-se que os óleos aromáticos usados nas pessoas auxiliavam na cura de muitos males (físicos e espirituais), e que o incenso quando queimado tinha o poder de atrair anjos ou reservas beneficentes da natureza. Além disso, ele possuía o poder de repelir espíritos malignos. Dessa forma, os antigos, em sua sabedoria, fizeram uso abundante dele nos seus rituais - tanto para atrair boas influências quanto para exorcizar as más.
A História revela ainda uma relação perpétua entre o incenso e as práticas religiosas de todas as épocas. O incenso sacro egípcio, chamado kyphi, era feito com uma fórmula especial. Preces e encantamentos eram utilizados durante a mistura dos ingredientes, a fim de impregnar o material com os poderosos pensamentos dos sacerdotes. Esta era uma tarefa de suma importância, pois os sacerdotes escolhidos para cultivar as árvores e plantas sagradas (das quais se fazia o incenso) viviam com pureza e austeridade, no intuito de cumprir sua missão espiritual com perfeição.
Os árabes, por sua vez, extraíram do Antigo Egito seus conhecimentos sobre os efeitos do incenso e, rapidamente, desenvolveram o uso de perfumes e óleos em uma arte altamente evoluída, até hoje conhecida e cultuada. O uso abundante de incenso nas cortes e pela Igreja tornou-se um símbolo de poder e riqueza e, gradativamente, os perfumes se tornaram conhecidos e utilizados por todas as culturas clássicas da Europa.
O incenso era conhecido e empregado pelo povo das antigas dinastias chinesas para exorcizar maus espíritos de pessoas possuídas por entidades demoníacas - pessoas em dificuldades mentais similares àquelas muitas que se encontram atualmente em casas de saúde, clínicas psicoterapêuticas e hospitais. O incenso era queimado para purificar a atmosfera e livrar o ambiente de qualquer espírito que estivesse assombrando ou perturbando uma casa particular.
Além desses propósitos, os chineses eram tão conhecedores quanto os egípcios no uso do incenso nas cerimônias religiosas, e deliciavam-se com o uso de outras fragrâncias exóticas existentes no Oriente. Parece terem utilizado como ingredientes o sândalo, o almíscar e flores, como o jasmim. Sabe-se que Confúcio teria elogiado o incenso e recomendado o seu uso.
Na Índia, o incenso é encontrado em todos os antigos registros da História daquele país. E a origem e os propósitos do incensamento foram transmitidos desde os mais remotos tempos da cultura indiana até os nossos dias. Ainda hoje, esse país é considerado o primeiro do mundo na produção de incensos.


Alguns odores conhecidos e os efeitos esperados

Absinto: estimula a imaginação, criatividade e sensualidade
Acácia: sucesso nos negócios; rituais mágicos para atrair dinheiro e prosperidade
Alecrim: limpeza do ar; proteção
Alfazema: relaxar e acalmar a mente, tranqüilidade nos relacionamentos
Almíscar: para o amor e romance; afrodisíaco
Aloe vera: purifica ambientes, estimula sensibilidade e meditação
Âmbar: afrodisíaco
Angélica: conexão com as esferas angelicais
Aniz estrelado: positividade no material e emocional
Arruda: limpeza, purifica os ambientes
Baunilha: relaxa e tonifica
Benjoim: purifica, atrai energia positiva, proteção e sucesso
Camomila: acalma e relaxa
Campestre: estimula intuição e atividade mental
Canela: tem ação antidepressiva, aumenta a alegria de viver, prosperidade
Capim limão: atua em pessoas tristes e desanimadas
Cedro do oriente: atrai prosperidade
Chocolate: restaura a energia
Cravo: estimula energia, prosperidade
Dama da noite: afrodisíaca, encontros amorosos
Erva cidreira: relaxamento
Erva doce: tranqüilidade e sensibilidade
Eucalipto- concentração e raciocínio
Flor de laranjeira: acalma, relaxa
Flor do campo: traz a harmonia da natureza
Floral: tranquiliza e relaxa
Hortelã: antidepressivo
Jasmim: relaxante, para assuntos de amor
Lavanda: relaxa a mente, tranqüilidade nos relacionamentos
Lírio: eleva pensamentos para busca da espiritualidade
Lótus: meditação, conhecimento espiritual, paz
Lua: amor, paz, amplia intuição
Maçã verde: saúde física, alegria, amor
Madeira: abre caminhos
Madressilva: segurança emocional, elimina traumas do passado
Manjericão: proteção espiritual
Mel do oriente: promove união e adoça as relações
Mil flores: contra inveja
Mirra: prece e oração, limpeza de rituais
Morango: vitalidade e energia
Musk: afrodisíaco
Musgo de carvalho: regenerador de energias, utilizado em magias
Noz moscada: atrai dinheiro, aumenta segurança emocional
Ópio: sensualidade, êxtase, energização de objeto ou ambiente
Patchouli: paz de espírito, meditação e intuição, grandes paixões
Rosa: limpeza, boas vibrações
Rosa amarela: sucesso, prazer, riqueza
Rosa branca: pureza e paz, harmonia
Rosa buquê: harmonia e bem estar
Rosa vermelha: amor, paixão, afrodisíaco
Sândalo: meditação e práticas espirituais, viagem astral
Violeta: combate a timidez, insegurança, fortalece a personalidade